Centro de Diagnóstico e Terapias: Alzheimer e Outras Patologias

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Quando o acto de conduzir se torna perigoso

Algumas estratégias que pode adoptar para ajudar o seu familiar:

  • Abordar a eventual necessidade de abandonar a condução numa fase precoce da doença – Para que, quando esse momento chegar, seja menos inesperado
  • Torne-se um aliado do seu familiar contra a doença – Para que este perceba que a responsabilidade de ter que deixar de conduzir é da doença e não sua
  • Peça ajuda a uma pessoa externa ao núcleo familiar – Em muitos casos, o médico pode impor esta mudança
  • Valorize a decisão difícil de deixar de conduzir – Todas as pessoas que rodeiam o seu familiar estão cientes de que é uma decisão difícil mas preventiva e necessária – reforce isto várias vezes
  • Em alguns casos pode ser necessário diminuir a tentação – Não deixe as chaves à vista do seu familiar
  • Procure compensar o vazio que pode resultar do abandono da condução – Encoraje a deslocação a pé (no caso de não haver comprometimento motor significativo e sempre devidamente acompanhado); distribua boleias pelos membros familiares; procure profissionais habilitados a conduzir e aptos para acompanhar o seu familiar nas suas tarefas diárias

A aceitação e adaptação face ao abandono da condução pode ser mais ou menos complexa dependendo da condição clínica do doente e do suporte familiar. Aconselhe-se junto dos nossos profissionais para que todo este processo seja mais tranquilo.

Texto de Margarida Rebolo.