Centro de Diagnóstico e Terapias: Alzheimer e Outras Patologias

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Arquivo de Dezembro 2015

Fisioterapia na reabilitação pós-AVC

Qual o papel da Fisioterapia na reabilitação pós-AVC?

A Fisioterapia constitui uma das abordagens não-farmacológicas envolvidas no tratamento da lesão cerebral adquirida, como por exemplo em casos de AVC ou Traumatismo Crâneo-Encefálico (TCE).

Esta área tem um especial enfoque na reabilitação das alterações motoras, reeducação do equilíbrio, da marcha, promoção de mobilidade, treino de actividades funcionais (ex: mobilidade na cama), com o objectivo global de promover a funcionalidade, a independência e melhorar qualidade de vida.

Normalmente, o processo de reabilitação começa com uma avaliação subjectiva e objectiva, com a aplicação de escalas de avaliação adequadas à patologia, que permitem definir os objectivos e o plano de intervenção.

Ao longo do processo de reabilitação são realizadas reavaliações, a fim de verificar se os objectivos estabelecidos inicialmente estão a ser alcançados. Os resultados destas reavaliações poderão resultar em ajustes no plano de intervenção.

A reabilitação nestes casos deve iniciar-se o mais precocemente possível, é intensiva e muitas vezes de longa duração, a fim de potenciar a máxima funcionalidade e independência, de forma a facilitar as atividades de vida diária.

A intervenção é individualizada e depende de cada caso, tendo em conta o local e extensão da lesão e as características individuais de cada pessoa.

A Fisioterapia tem também um papel importante no apoio aos familiares/cuidadores, através do ensino de estratégias facilitadoras para as actividades de vida diária, adaptações no domicílio, prevenção de complicações decorrentes da diminuição de mobilidade e na prevenção e redução do risco de quedas.

Revisão Clínica: Mariana Mateus

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Alimentação e Doença de Alzheimer

Causas possíveis dos problemas alimentares na pessoa com Doença de Alzheimer:

  • Problemas orais, causados por próteses dentárias inadequadas, falta de dentes e/ou doenças das gengivas;
  • Algumas doenças crónicas ou certos medicamentos podem diminuir o apetite;
  • O centro da fome no cérebro, o hipotálamo, responsável pelo apetite, pode tornar-se disfuncional;
  • Podem existir alterações da visão ou do olfacto;
  • Pode, igualmente, existir uma alteração do paladar, o que condiciona uma diminuição do apetite;
  • Muitas vezes a pessoa tem a boca seca, o que torna a deglutição difícil e a refeição desagradável;
  • Ambientes novos ou não familiares podem causar agitação e confusão;
  • Distracções, tais como muito barulho ou muita gente, podem influenciar negativamente a refeição.
  • Alimentos pouco atractivos e refeições repetidas podem diminuir o apetite;
  • Odores inoportunos, tais como cheiro a urina, também diminuem o apetite.

 

Outras Causas:

Por vezes, os problemas alimentares podem estar relacionados com o cuidador e não com a pessoa com demência. Por exemplo:

  • A incapacidade de o cuidador transmitir instruções com objectividade pode confundir a pessoa com demência.
  • A pressão para que coma depressa pode, obviamente, enervar a pessoa e dificultar a refeição.
  • Muitas vezes, a falta de vontade da pessoa com demência em cooperar pode irritar o cuidador o que, por sua vez, agravará a ansiedade e irritabilidade da pessoa que poderá recusar-se a comer.

 

Como lidar com estas dificuldades:

  • Efectuar consultas periódicas num médico dentista para a avaliação do estado da boca e dos dentes/próteses.
  • Registar com precisão a medicação efectuada e discutir com o médico assistente a possibilidade de poder existir alguma interferência no apetite.
  • Reduzir barulho e distracções na sala de refeições:
  • Reduzir as distracções na mesa:
    • remover toalhas ou “individuais”;
    • servir um alimento de cada vez, se necessário.

 

Tornar as refeições mais fáceis:

  • Usar taças ou chávenas em vez de pratos e maiores do que as porções de alimentos, para evitar que se entornem.
  • Não utilizar utensílios de plástico por serem demasiado leves para se manipularem e poderem partir-se na boca.
  • Servir alimentos que se possam comer com as mãos tais como pedacinhos de batata cozida, queijo, mini-sandes, pedacinhos de frango, fruta ou vegetais, pois muitas vezes os doentes recusam sentar-se para comer.
  • Se necessário, dar instruções verbais como “mastigue agora”, “engula agora”, espaçadamente.
  • Exemplificar como se mastiga.
  • Humedecer os alimentos com molho ou água.
  • Servir alimentos macios e finamente cortados.
  • Oferecer alimentos pequenos, um de cada vez, pacientemente.
Servir alimentos que se possam comer com as mãos, ao longo do dia, pode ajudar a garantir o aporte nutricional necessário.

Servir alimentos que se possam comer com as mãos, ao longo do dia, pode ajudar a garantir o aporte nutricional necessário.

Atenção: As dificuldades em deglutir podem provocar aspirações de alimentos para os pulmões. Esteja atento a sinais de engasgamento frequente e a tosse frequente durante e após as refeições. Poderá ser necessária a intervenção médica ou de um terapeuta da fala para avaliação e intervenção em casos de alterações na deglutição (disfagia).

 

Revisão Clínica: Inês Tello

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Preparar o Natal em família

Mantenha as tradições familiares

Muitas famílias têm pelo menos uma tradição relacionada com o Natal. Poderá ser cozinhar os doces de natal em conjunto, ter lugares marcados à mesa ou abrir as prendas após a meia-noite de dia 24 de Dezembro. Estas tradições tornaram-se verdadeiros hábitos ou rituais familiares ao serem vividas e repetidas ao longo de vários anos. As pessoas com demência beneficiam de um ambiente estável e previsível que privilegie comportamentos automáticos e memórias repetidamente ensaiadas.

 

Seja flexível

É muito importante estabelecer expectativas realistas em relação ao Natal. Se a família sempre foi habituada a fazer uma festa muito elaborada do ponto de vista logístico, talvez poderá ser útil simplificar as celebrações para bem de todos. Por um lado, tente manter algumas tradições. Por outro, não tenha medo de fazer alterações ao plano habitual se isso ajudar a aliviar a pressão. Poderá elaborar menos refeições ou distribuir essa tarefa por outros membros da família. Poderá também comprar comida já feita, desde que consiga garantir a sua qualidade. Se a presença de muitas pessoas for uma fonte de agitação para a pessoa com demência, poderá ser necessário fazer uma celebração mais intimista.

 

Prepare-se

É fundamental que todos estejam preparados para as exigências destes dias que se avizinham. O Natal pode ser uma oportunidade para a pessoa com demência estar com familiares que já não vê há algum tempo, o que, por um lado é positivo mas, por outro, pode ser destabilizador. Prepare os familiares mais distantes para aquilo que poderão vir a observar (alterações comportamentais ou cognitivas que surgiram/pioraram desde a última vez que estiveram juntos), para que a sua reacção não seja tão inesperada nem negativa.

É possível que a pessoa com demência não se lembre dos nomes ou não reconheça todos os membros familiares. No caso de isso acontecer, não confronte a pessoa – evite perguntar “Então não sabe quem é esta pessoa?”. O que para nós pode parecer uma recordação simples pode ser extremamente difícil e frustrante para uma pessoa com demência. Diga, por exemplo, “Esta menina bonita é a Joana, a sua neta, e já estava com saudades suas.”

 

Evite o ruído

Algumas pessoas com demência reagem mal à confusão e ao excesso de estimulação. É fundamental promover uma comunicação adequada entre a pessoa com demência e os restantes familiares, de modo a evitar manifestações comportamentais como a irritabilidade e a agitação. Fale devagar, construa frases simples e não muito compridas. Dê tempo à pessoa para responder (não tenha medo do silêncio!). Evite ter mais do que uma pessoa a falar ao mesmo tempo.

Se a pessoa com demência tem alterações visuo-perceptivas, por exemplo, se tem tendência para olhar para um objecto e vê-lo distorcido, evite ter muitas decorações de natal espalhadas pela casa pois estas podem causar confusão.

 

Promova a segurança

Assegure-se de que os elementos decorativos não representam um perigo para a pessoa com demência e os restantes membros da família. Objectos inflamáveis exigem uma monitorização constante; as facas de cozinha devem ser mantidas fora do alcance da pessoa com demência; a árvore de natal e os objectos de parede devem estar bem fixos para que não haja risco de caírem em cima da pessoa. Esteja atento a estes aspectos.

 

Finalmente, lembre-se que errar é humano e que nem sempre as coisas correm na perfeição. A tolerância e a compaixão são ingredientes essenciais para que os obstáculos que surgem nestes momentos festivos possam ser ultrapassados e para que as festividades sejam harmoniosas.

Boas festas!

Revisão Clínica: Margarida Rebolo

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Sessões Práticas e Informativas – Alzheimer e outras Demências

 

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Em breve, o NeuroSer irá iniciar um ciclo de sessões práticas e informativas dirigido fundamentalmente a cuidadores e familiares de pessoas com Alzheimer ou outra demência.

Oportunamente apresentaremos informações mais concretas, fique atento!

Caso tenha interesse em ver abordado algum tema específico, não deixe de nos sugerir para info@neuroser.pt.

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O papel do Terapeuta da Fala na reabilitação pós-AVC

Já aqui falámos no papel do Terapeuta da Fala com pessoas com demência mas muita da intervenção deste profissional, na população adulta, destina-se a pessoas que sofreram uma lesão cerebral, por exemplo, após um AVC ou após um Traumatismo Crânio-Encefálico.

Diversos estudos comportamentais e de neuroimagem têm confirmado que a terapia da fala é um factor positivo, eficaz e de grande influência na recuperação, tanto nos casos de alterações da comunicação como da deglutição, pós-AVC.

Como se processa a intervenção do Terapeuta da Fala em pessoas que sofreram um AVC?

  1. Em primeiro lugar, é feita uma recolha e análise da informação clínica e biográfica da pessoa, cujos dados são fundamentais para delinear a avaliação e definir o prognóstico.
  1. Seguidamente, é realizada uma avaliação detalhada das dificuldades que a pessoa apresenta, tanto ao nível da comunicação global, como da linguagem, articulação verbal e da deglutição.
  1. O plano de intervenção é individualizado e construído, tanto com base nas dificuldades identificadas na avaliação, como também, na discussão dos objectivos e expectativas da própria pessoa.
  1. A frequência das sessões é delineada de acordo com as necessidades e possibilidades da pessoa e da família. A intervenção do terapeuta da fala pode ser directa ou indirecta.
  1. Considera-se uma intervenção directa todas as intervenções que são feitas pessoalmente com a pessoa, geralmente em contexto de gabinete. As sessões individuais são estruturadas de acordo com os objectivos anteriormente traçados e podem incluir diversas técnicas e exercícios.

Os objectivos poderão passar por maximizar a comunicação verbal e não-verbal, reduzir as dificuldades linguísticas (orais e escritas) e ainda reabilitar o processo de deglutição, realizando as modificações de dieta necessárias, em termos de consistência dos alimentos e fornecendo estratégias para uma deglutição segura e eficaz.

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           Em alguns casos, poderão ser realizadas sessões de grupo, cujos objectivos passam pela promoção das competências comunicativas e um aumento da funcionalidade das interacções e da participação social.

  1. A intervenção indirecta centra-se no suporte, ensino e treino de estratégias facilitadoras da comunicação/deglutição aos familiares e cuidadores.

 

Recorde aqui também os casos particulares da intervenção do terapeuta da fala em pessoas com alterações da linguagem pós lesão cerebral adquirida (Afasia) ou com alterações da articulação verbal (Disartria).

 

Revisão Clínica: Inês Tello

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A música e a demência

A música estimula facilmente o movimento, a interação social, a evocação de emoções e de memórias passadas, promovendo o bem-estar geral da pessoa.

Nesta quadra natalícia, a musicoterapia poderá ser utilizada pelos familiares e cuidadores da pessoa com demência nas actividades relacionadas com esta época.

A escolha de músicas natalícias, ou que tenham um significado especial para a pessoa, poderão através da sua audição ou canto despertar memórias passadas, auxiliar a que a pessoa se enquadre temporalmente, promover um ambiente harmonioso e facilitar a participação da pessoa nas actividades propostas.

A dança de uma música poderá despertar e estimular o movimento e a interação entre os vários membros da família, proporcionando-se momentos de alegria e bem-estar.

A música é amplamente acessível, fácil de utilizar e apreciada pela maioria das pessoas. A época natalícia é recheada de magia e união e centrada nas famílias, sendo que a música poderá ser um forte auxiliar para potenciar momentos de harmonia, alegria e sentimentos de interligação entre a pessoa e os seus familiares/cuidadores.

 

Revisão Clínica: Mariana Mateus

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Momentos de reminiscência

Já aqui falámos da terapia de reminiscência aplicada a pessoas com demência.
Algumas estratégias utilizadas na terapia de reminiscência podem ser aplicadas pelos familiares ou cuidadores de pessoas com demência.
Os cheiros, os sabores, os sons, os movimentos e as imagens podem todos fazer parte da reminiscência.
Por exemplo, o cheiro de uma sobremesa típica do Natal, de um guisado, dos bolos acabados de sair do forno, podem evocar memórias vividas e serem o início de uma longa conversa.
As músicas, típicas desta quadra, podem também ajudar a evocar memórias passadas e podem ter um efeito muito positivo no bem-estar geral.

Actividades em Família

A integração de todos os elementos da família na preparação da quadra natalícia pode traduzir-se numa experiência preciosa e muito gratificante para todos.

Deixamos-lhe alguns exemplos de actividades que podem ser realizadas em família e adaptadas às capacidades de uma pessoa com demência:

  • Montar o presépio e explorar o seu simbolismo,
  • Decorar a árvore de Natal,
  • Relembrar histórias de Natais anteriores ou da infância,
  • Explorar álbuns antigos de família,
  • Escrever e enviar postais de Natal;
  • Cozinhar em conjunto refeições típicas ou pedir as receitas de pratos desta época natalícia,
  • Recriar jogos antigos, que permitam à pessoa com demência jogar sem dificuldades e até ensinar as regras e estratégias, ao mesmo tempo, que promovem a interacção e a partilha comum de experiências entre avós e netos.
  • Cantar em conjunto as Janeiras ou outras canções de Natal.

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Caixas de Memórias

Criar uma caixa de memórias pode também ser uma forma de estimulação e de evocação de memórias. Estas caixas podem ajudar a diminuir momentos de maior agitação e constituir uma actividade de partilha conjunta.

A junção da família pelo Natal pode constituir uma oportunidade única de pedir a participação de familiares mais distantes para actividades de reminiscência e para trazerem consigo fotografias ou objectos que promovam a conversação e interacção.

Uma caixa de memórias pode ser constituída por diversos objectos, como:
• fotos antigas
• fotos de família
• pequenos objectos decorativos
• objectos favoritos
• postais de Natal
• cartas
• receitas
• desenhos dos netos
• carteira
• outros objectos, como por exemplo do seu antigo trabalho ou hobbies.

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Os momentos de reminiscência devem ser, no entanto, geridos com cuidado.

Considerando a progressão e as flutuações dos quadros demenciais, em alguns dias, a pessoa pode lembrar-se de muitos eventos apenas por olhar para um conjunto de fotos e, noutros dias, apenas recordar episódios esporádicos. É, assim, importante não “testar” a memória da pessoa quando se olha para os objectos ou fotos antigas, pois pode criar frustração ou ansiedade.

Evite perguntar “Quem é esta pessoa?”, “Onde foi tirada esta fotografia?” ou “Como se chama este objecto?”, pois responder a estas perguntas implica o recrutamento de funções cerebrais que tendencialmente estarão menos preservadas no caso de uma pessoa com demência.

Evite também utilizar termos como “Lembras-se de….?” pois a pessoa poderá ser confrontada com a sua incapacidade para se lembrar ou para saber.

Nas fases ligeira a moderada da demência faça os possíveis para estimular o pensamento crítico da pessoa. Poderá, a título de exemplo, pedir a sua opinião relativamente à moda de vestuário de antigamente comparativamente com a da actualidade, tendo por base uma fotografia antiga. Esteja preparado para a possibilidade da pessoa manifestar uma opinião diferente do que outrora manifestou.

Alternativamente, a sua resposta poderá não ser tão coerente como antigamente. Tente abstrair-se dessas diferenças e dê um reforço positivo: “Aquilo que acabou de dizer é muito interessante”, “Nunca tinha pensado nas coisas dessa forma”, “Concordo consigo”.

Finalmente, a reminiscência não deve dominar os momentos em família. Muitas vezes cometemos o erro de achar que a evocação de memórias remotas é a melhor forma de estimular a pessoa e contribuir para o seu bem-estar, porque estas estão mais preservadas do que as memórias recentes. No entanto, é tão ou mais importante centrar a pessoa no presente e orientá-la para o futuro e isto implica envolvê-la no processo de tomada de decisão e em conversas que estejam relacionadas com a actualidade (dentro do possível).

Lembre-se que o mais importante é mesmo a partilha, nesta que é uma quadra de paz e celebração da família.

Revisão Clínica: Margarida Rebolo e Inês Tello

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Plano Individual de Intervenção

O que é um Plano Individual de Intervenção?

O Plano Individual de Intervenção é um documento que compila a informação proveniente da avaliação dos elementos da equipa multidisciplinar e a integra de forma estruturada com os objectivos de intervenção propostos para a pessoa. Um plano individual de intervenção tem sempre em consideração o percurso de vida da pessoa, as suas motivações e as expectativas do próprio e da família.

Quais os objectivos de um Plano Individual de Intervenção?

Os objectivos deste plano são:

– Aumentar a participação da pessoa através da determinação das suas necessidades;

– Planear as intervenções para responder às necessidades identificadas;

– Promover uma melhor coordenação das intervenções entre a equipa multidisciplinar;

– Gerir a evolução do quadro clínico e a eficácia das intervenções;

– Adequar e discutir as expectativas da pessoa e da família relativamente às intervenções propostas.

 

Revisão Clínica: Inês Tello

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Intervenção Integrada: Em que consiste?

A intervenção integrada resume-se à articulação de duas ou mais terapias/valências numa mesma intervenção.

Os objectivos da intervenção são definidos em conjunto pelos profissionais, garantindo-se que as actividades a desenvolver vão ao encontro dos interesses, da história de vida e da personalidade da pessoa.

Este tipo de intervenção é especialmente utilizada em fases mais avançadas da demência, em que, de forma articulada, são trabalhadas as funções cognitivas, a dimensão emocional, as funções motoras e os aspectos de linguagem e comunicação, a fim de potenciar o bem-estar geral, a autonomia e melhorar a qualidade de vida da pessoa.

 

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